13 de julho de 2016

ESTUDO DA COR

O estudo da cor é uma atividade de percepção visual provocada pela transmissão de feixes de luz de cores visíveis; portanto, sem luz não há cor.  A luz branca possui todas as cores, classificadas como primárias secundárias e terciárias. 
Há outros tipos de estudos do efeito cromático como tonalidade, monocromia, policromia e matiz; também há o estudo da temperatura das cores quentes e frias.
Portanto, os estudos da cor possibilitaram a mistura das cores primárias, secundárias e terciárias, acrescentando também os efeitos cromáticos nas produções artísticas.

Em nossos estudos, a turma 912 produziu trabalhos com as cores básicas, incluindo nessa atividade os seus sentimentos. 

Fotografia do professor Fernando Robson, 2016.

Fotografia do professor Fernando Robson, 2016.

Fotografia do professor Fernando Robson, 2016.

Fotografia do professor Fernando Robson, 2016.

GUAÍBA

TEMÁTICA: VAMOS SALVAR O GUAÍBA

Com esse tema muitos vídeos foram registrados no Facebook e também Youtube e um deles com o titulo  “vamos salvar o Arroio Dilúvio”  foi documentado e apresentado por Jessé Sangalli.  

Quem viveu no começo do século XX entre Porto Alegre e Viamão jamais poderia imaginar que o Arroio Dilúvio teria um destino tão cruel assim: águas totalmente poluídas de um arroio que corta a cidade como um esgoto a céu aberto, atravessando a avenida Ipiranga até atingir as margens do Guaíba. 

Fonte: Dani Barcellos/ Agencia RBS 

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) tinha um Instituto de pesquisa hidráulica responsável pelo estudo daquela água que nascia limpa no Morro Santana em Viamão, mas que carregava em seu leito o lixo depositado pelo caminho por onde passava. Com o tempo, os recursos do governo federal se esgotaram e encerraram as pesquisas que poderiam resultar em soluções para salvar o Arroio Dilúvio.
Mais uma vez a natureza é dominada pela mão do homem pela falta de educação e respeito com o meio ambiente: lixo e esgoto contaminam o Arroio Dilúvio, contaminando também o solo onde o homem planta e colhe seus alimentos; o Arroio Dilúvio carrega lixo e esgoto para o Guaíba que abastece nossa casa com a água que bebemos e preparamos nossas refeições.

Esse ciclo que marca a trajetória das águas do Arroio Dilúvio da nascente até as nossas casas, mostra que a cidade está abandonada pela falta de políticas públicas que fiscalizem e eduquem a sua população para o cuidado e preservação da natureza. A falta dessas políticas públicas acabam gerando gastos para a limpeza urbana, manutenção do leito do Arroio Dilúvio e Guaíba com a remoção de lixo e terra que se acumulam, descontaminação de solos e tratamento da água que abastece a cidade.

Um bom exemplo de projeto revitalização de um arroio, é o da Coreia do Sul: rio Cheonggyecheont com extensão de 5,8 km, conforme mostra a imagem embaixo.




Em Porto Alegre, o projeto revitalização do Arroio Dilúvio está parado – exigiria um investimento muito caro, equivalente a bilhões de reais. Portanto, precisamos trabalhar a implementação de atitudes conscientes em nosso cotidiano, como a separação de lixo, reciclagem e tratamento de esgotos para diminuir o impacto ambiental da poluição da água extremamente fétida, suja e contaminada pela sujeira do comércio, de hospitais e outras instituições. O problema falta recurso, esgoto separação por falta.

Com o objetivo de mostrar, conhecer e discutir essas questões ambientais da nossa cidade trouxemos Jessé Sangalli a nossa Escola para mostrar seus vídeos e falar sobre o seu trabalho.






Palestra: Vamos salvar do Arroio Dilúvio.
Fotografia e professor Fernando Robson, 2016. 

REFERENCIA


ROCHA, Paulo.Sem recursos, projeto de revitalização do Arroio Dilúvio está parado há mais de um ano, ZERO HORA. Publicado em 21/02/2014.  Acesso em: http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/sem-recursos-projeto-de-revitalizacao-do-arroio-diluvio-esta-parado-ha-mais-de-um-ano-78881.html

YOUTUBE

Qualidade da água do arroio Dilúvio - Porto Alegre- RS

O líxo e o córrego que transborda

Arroio Dilúvio, o problema que ninguém vê.

22 de junho de 2016

PINTURA EM RELEVO

O livro de Sérgio Camargo “Luz e Matéria” está exposto no Itaú Cultural, em São Paulo, onde o autor trabalha com mármore, madeira entre outros materiais, etc.  Observe as imagens abaixo:


Capa o caderno de conceitos e propostas educativas, editora Itaú Cultural, publicado em 2015. 
Fonte:https://issuu.com/itaucultural/docs/cadernodeconceito_sergiocamargolm

O livro Sérgio Camargo “Luz e Matéria”, São Paulo: Itaú Cultural, 2015.
Tivemos a oportunidade de ver essas obras que vieram aqui no Rio Grande do Sul, na visita que fizemos a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre: e os trabalhos da série “relevos” utilizavam cilindros de madeira e depois pintava com branca, iniciava nos anos de 1960. Depois em 1970 que temos outros trabalhos em mármore que foi realizar suas obras quase exclusivamente com este material
Os alunos trabalharam a releitura de algumas obras de Sérgio Camargo em sala e também com filme, reproduzindo pintura relevo e registrando os trabalhos na montagem usaram diferentes materiais como papel horle, rolo duro de papel, copo de isopor, tampa de vinho, fita adesiva de rolo, tampa de plástico, cola quente, cortador de faca, tinta acrílica branca, pincel, pote e pano. 

Abaixo o registro das obras trabalhadas:

Aluno Pedro, 2016.
Técnica: papel horle, rolo duro de papel, tinta acrílica e cola quente. rgolm

Aluno Wesley, 2016.
Técnica: papel horle, rolo duro de papel, tinta acrílica e cola quente. olm

Aluna Kerolin, 2016.
Técnica: papel horle, rolo duro de papel, tampa de plástico, tinta acrílica e cola quente.

Aluno Thiago, 2016.
Técnica: papel horle, plástico “tic-tac”, tinta acrílica e cola quente. 

Aluno Wesley dos Santos, 2016.
Técnica: papel horle, rolo duro de papel, tinta acrílica e cola quente. 

Aluna Elizabeth, 2016.
Técnica: papel horle, tampa de vinho, tinta acrílica e cola quente. 

Aluna Emanuelle, 2016.
Técnica: papel horle, copo de isopor, tinta acrílica e cola silicone. 

Fotografia Fernando Robson, 2016.

As turmas 911/811 estão fazendo atividades.

No dia 09 de junho de 2016, na visita a Fundação Iberê Camargo, os alunos aproveitaram para ver de perto a instalação da arte, apreciando e identificando as diferentes obras trabalhadas em sala de aula a partir das pinturas relevos com Sérgio Camargo: Luz e Matéria. Os alunos olharam e pensaram em diferentes significados, lembrando que assim funciona a arte.




Em 4  fotos tiravam na 
Fundação Iberê Camargo.
Fotografia Fernando Robson, 2016.







Em 7 fotos tiravam 
na Fundação Iberê Camargo.
Fotografia Jaqueline Pagode, 2016.

PESQUISA DE BIBLIOGRAFIA:


Exposição de Fundação Ibere Camargo

PDF do livro:
Vídeos Itaú Cultural

Parte 1 (Apresentação – Sergio Camargo: Luz e Matéria)
https://www.youtube.com/watch?v=nEkHWNuHzpk

Parte 2 (Geometria, luz e sombra – Sergio Camargo: Luz e Matéria)  

Parte 3 (Escultura – Sergio Camargo: Luz e Matéria)

Parte 4 (Relevo – Sergio Camargo: Luz e Matéria)

Parte 5 (Ateliê – Sergio Camargo: Luz e Matéria)